(THE INCREDIBLE SHRINKING MAN, USA 1957) - Scott Corey e sua esposa Louise estão tomando sol em seu iate, uma pequena embarcação à deriva em um mar calmo. Enquanto sua esposa está no convés, uma névoa baixa passa sobre ele. Scott, deitado ao sol, é aspergido com partículas brilhantes que evaporam rapidamente. Mais tarde, ele é acidentalmente pulverizado com inseticida enquanto dirigia, nos próximos dias, ele vai percebendo que começou a encolher. Primeiro apenas alguns centímetros, e também percebe que suas roupas não servem mais. Logo, se encontra com um metro de altura, tornando-se uma curiosidade nacional. Com menos de seis polegadas de altura, ele só pode viver em uma casa de bonecas e até que se torna impossível quando seu gato a quebra, Scott foge para o porão, sua esposa acredita que foi comido pelo gato e já que a porta para o porão está fechada, o prende em uma sala onde é ameaçado por uma simples aranha, que para ele é gigantesca. Inicia-se aí uma impressionante luta para sobreviver. O mais célebre dos filmes do diretor Jack Arnold é ficção científica.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
2012 - BATALHA NO PLANETA DOS MACACOS
(THE BATTLE OF THE PLANET OF THE APES, USA 1973) - A Batalha do Planeta Dos Macacos é outra continuação do filme de 1968 e se passa 10 anos após os acontecimentos de A Conquista Do Planeta Dos Macacos, embora comece 600 anos no futuro com um macaco sábio contando a história dos eventos que definiram seu mundo. Esse mundo é claramente diferente do filme original estrelado por Heston, afinal seres humanos e símios vivem em relativa harmonia. Na trama, vimos o surgimento da civilização de macacos e como César ensina seus seguidores a não escravizar e brutalizar humanos. É um futuro alternativo em relação àquele dos pais de César, no qual os macacos dominavam o mundo e os seres humanos eram reduzidos a animais.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
2011 - A CONQUISTA DO PLANETA DOS MACACOS
(THE CONQUEST OF THE PLANET OF THE APES, USA 1972) - Nessa nova linha do tempo, acompanhamos a vida de César vinte anos após a morte de seus pais. Após um vírus dizimar a maioria dos cães e gatos na Terra, macacos são adotados como bichos de estimação pelos humanos. Rapidamente os macacos deixam de ser amigos e passam a ser usados como escravos. César, eventualmente, lidera uma rebelião e liberta sua raça. O filme é muito ruim por causa das evidentes limitações orçamentárias.
2010 - FUGA DO PLANETA DOS MACACOS
(ESCAPE FROM TEH PLANET OF THE APES, USA 1971) - Uma nave americana retorna ao planeta Terra e cai próxima à costa americana (coincidências acontecem). Com isso, o exército resgata a nave e a surpresa ocorre com os astronautas que saem de dentro da nave: três macacos se entreolham, sem saber o que fazer (dizer?), diante de uma tropa boquiaberta. E assim começa o terceiro filme da saga clássica. O filme não tem lá muito sentido dentro do universo da série, e a gente fica com a impressão de que os roteiristas já não tinham muito o que explorar. A história parte de uma premissa um tanto inverossímil se analisada os dois filmes anteriores, já que a sociedade dos macacos apresentada anteriormente sempre foi primitiva e pouco desenvolvida. Três macacos conseguem recuperar a nave dos astronautas que caiu no “lago morto” no primeiro filme, como também consertá-la, fazê-la funcionar (indicando que pra uma nave daquela, naquela época, ter saído da terra ela deve ter usado tanques de propulsão que são deixados para trás logo que se sai da atmosfera, LOGO, “a tecnologia de lançamento” estava faltando ali) e com isso, escapar da iminente destruição de seu planeta retornando ao passado. Em termos de personagem, o filme se prende aos dois macacos Zira (Kim Hunter) e Cornelius (Roddy McDowall), já vistos nos primeiros filmes. Embora as personagens sejam carismáticas, é difícil você querer segurar o filme em atores que, tecnicamente, não podem atuar. Afinal, por melhor que fosse as maquiagens, ainda assim havia uma grande deficiência em “atuação”, contudo, o trabalho dos atores é excepcional, já que os dois conseguem fazer milagre e deixar o filme divertido e dramático na medida certa. Como não podia faltar, o filme tem um texto que busca uma reflexão, mesmo que rasa, sobre questões morais, sociais e políticas, como é de costume na saga, o que acaba tornando-o mais atrativo. O medo da humanidade ao se deparar com a questão “da futura destruição” do seu Planeta, até que ponto são responsáveis por isso, o quão ambíguo é o fato de Zira fazer experiências com humanos no futuro e nós fazermos o mesmo com animais nos dias de hoje, entre outros detalhes são o que tornam o filme uma experiência mais interessante. No terceiro filme da série ainda temos a primeira explicação do que indica ter sido o motivo para a criação do que viria a ser o Planeta dos Macacos. Cornelius faz uma explanação sobre a história e cultura dos macacos que embora um tanto forçada, é o que faltava para fechar a Gestalt. Começando com uma tentativa frustrada de resgatar a saga, que havia sido dada como morta, pois o segundo filme culmina com o fim de tudo, e terminando com um gancho para uma possível sequência que não forçasse tanto a barra quanto ele. Mas ainda assim é um capítulo essencial para quem gosta da história que abriga viagens no tempo, paradoxo temporal e tudo aquilo que traga algum conteúdo para reflexão. Não posso deixar de mencionar dois grandes atores: Bradford Dillman, o cientista de bom coração que protege Zira e Corneilius, e Ricardo Montalban, o dono do circo que acaba sendo personagem-chave na história.
2009 - DE VOLTA AO PLANETA DOS MACACOS
(BENEATH THE PLANET OF THE APES, USA 1970) - este é um dos filmes mais impressionantes que já vi. De certa forma, foi mais marcante do que o anterior, O PLANET DOS MACACOS, por ser mais dramático e incomodamente atual. Tentando resgatar Taylor (Charlton Heston), que desapareceu na missão anterior, Brent (James Franciscus), um outro astronauta, atravessa uma fenda do tempo e chega até 3955 D.C. Porém sua nave se espatifa no mesmo planeta em que Taylor desapareceu. Ao ir para a Zona Proibida, Brent gradativamente vê que aquilo são os escombros de Nova York. Paralelamente os símios resolvem atacar a Zona Proibida, que Brent ao explorar descobre uma raça de mutantes, que se comunicam telepaticamente e que adoram uma bomba atômica, que é capaz de destruir a Terra inteira.
2008 - O PLANETA DOS MACACOS (1968)
(PLANET OF THE APES, USA 1968) - A produção, dirigida por Franklin J. Schaffner (Papillon), foi escrita por Michael Wilson (Lawrence da Arábia, A ponte do rio Kwai) e Rod Serling (do seriado de TV Além da Imaginação) e é baseada no romance de Pierre Boulle, La Planète des singes. A importância do filme para a ficção científica e para a história do cinema é inegável. O filme foi indicado a três Oscar da academia em 1969: Figurino (Morton Haack), maquiagem (vencedor - John Chambers) e trilha sonora (Jerry Goldsmith). Além dos efeitos especiais inovadores para a época, PLANET OF THE APES trazia uma crítica social provocadora e surpreendente. Enquanto os humanos se parecem com seres da idade da pedra, os macacos se tornaram a espécie dominante. Divididos por castas, raças e ideologias, os símios têm em comum apenas um inimigo: o homem, que é utilizado para trabalhos braçais, experimentos científicos e como caça, pura e simples. Essa distorção da teoria da evolução, simplista a princípio, é uma mera camada entre os diversos níveis a se descobrir na produção. Discussões como o racismo, escravagismo, estruturas sociais, guerra nuclear e o confronto entre a ciência e religião podem ser descobertos no filme. Além de todas as discussões, o filme tem um final surpreendente. Um dos melhores do cinema de ficção. Claro, para enfeitar, Linda Harrison, namorada de um dos produtores da época, acabou fazendo a humana que Charlton Heston arrasta pela praia afora, no fim do filme.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
2007 - AMOR SEM ESCALAS
(UP IN THE AIR, 2009) - Neste filme, George Clooney é Ryan Bingham é um indivíduo metódico e pouco afeito às emoções, que também exerce um ofício com as mesmas características: ele trabalha para uma empresa que é contratada por outras quando há corte de pessoal para fazer. Ryan viaja, senta-se em um escritório no qual nunca esteve e demite pessoas que nunca viu antes. No seu entendimento, ele desempenha uma espécie de serviço social. Com suavidade - e uma boa dose de cinismo charmoso - ele impele estas pessoas a interpretar esse momento catastrófico como a chance de recomeçar ou de se tornarem o que sempre estiveram destinadas a ser. O filme de Jason Reitman (OBRIGADO POR FUMAR e JUNO) mostra personagens frequentes na iconografia americana: aquelas pessoas que compensam a paralisia emocional com a eficiência profissional. Um dia, aparece Alex (a bela e talentosa Vera Farmiga), e é com ela que Clooney tem a oportunidade de oferecer um espetáculo magnífico: o de um homem se apaixonando e, pouco a pouco, com surpresa e com mais alegria do que imaginaria, percebendo estar apaixonado. E ainda temos uma bela lição existencial - a de que quando duas pessoas baixam a guarda uma para a outra, a incerteza é a única certeza.
2006 - TWISTER
(TWISTER, USA 1996) - Em Oklahoma uma tempestade está se formando e dois grupos de cientistas rivais planejam entrar para a história ao monitorar esse acontecimento, aperfeiçoando assim suas pesquisas e ajudando a prever essas tempestades com antecedência. Em uma das equipes está a cientista Jo Harding (Helen Hunt) que está disposta a conseguir monitorar essa tempestade, pois viu seu pai ser sugado por um tornado. Este é um daqueles filmes de que gosto, sem ter, para isso, qualquer explicação mais consistente. Apesar dos efeitos estarem meio datados, eles ainda funcionam como catalisadores do medo que todos temos das grandes tempestades. Helen Hunt tem uma atuação dentro de suas características - meio distante, meio fria, como se não estivesse interpretando um personagem.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
domingo, 30 de dezembro de 2012
2003 - CAPITÃO SKY E O MUNDO DE AMANHÃ
O filme leva ao paroxismo a estética dos filmes noir e dos seriados de aventura dos anos 40, misturando ficção científica e thriller policial, num cenário propositalmente exagerado em CG.
sábado, 29 de dezembro de 2012
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
1998 - THE BIG BANG THEORY - 5a TEMPORADA
Esta é a primeira temporada que eu comprei em Blu-Ray. Há vários episódios clássicos, como aquele em que Sheldon fica com medo do pássaro na sua janela, mas que, depois, acaba ficando amiguinho dele. Em outro, Sheldon fica confuso, quando Stuart, da loja de gibis, chama Amy para sair.
domingo, 23 de dezembro de 2012
1995 - PANAIR DO BRASIL
Documentário sobre a companhia aérea que foi um símbolo nacional, até ser desativada pelo governo militar no meio da década de 60.
1994 - UM HOMEM DE FAMÍLIA
Sempre assisto a este filme no Natal. Por algum motivo, me identifico com o personagem de Nicolas Cage e com a história na qual ele tem uma amostra de como poderia ter sido a sua vida se tivesse casado com a namorada da faculdade (Téa Leoni)
sábado, 22 de dezembro de 2012
1993 - ENCONTRO DE AMOR
(USA, 2002) - simpática história de uma Cinderla moderna (Jennnifer Lopez), camareira em um hotel luxuoso em Nova Iorque, que acaba se apaixonando por um político famoso que estava hospedado lá (Ralph Fiennes), não sem antes se passar por uma grã-fina, quase por acaso. Lembra bem Pretty Woman - as premissas são praticamente as mesmas.
1992 - LOLITA
(USA, 1962) Humbert Humbert (James Mason, soberbo), um professor
divorciado britânico de literatura francesa, viaja para a cidade pequena na
América para uma trabalhar na área de ensino. Ele se permite ser arrastado para
um relacionamento com Charlotte Haze, sua senhora viúva e sexualmente faminta,
com quem ele se casa a fim de proteger a filha de 14 anos de idade da mulher
namoradeira, Lolita, por quem ele ficou perdidamente apaixonado, mas cujas as
intensões, deverão ser contrariadas por um malandro desonesto chamado Clare
Quilty. Apesar da polêmica, a qualidade artística calou as
vozes religiosas que se levantaram contra sua exibição. Excelente, mais uma obra
prima do controvertido mestre Kubrick. Vladimir Nabokov começou a escrever o seu romance em 1949. Antes, porém, de publicar o famoso “Lolita”, o autor já havia escrito um conto sobre um homem russo e uma garota francesa, em 1940, mas o destruiu. O polêmico romance entre Humbert Humbert, um homem de meia-idade, e Dolores Haze, uma garota de 12 anos, foi rejeitado por diversas editoras e só foi publicado em 1955, por uma editora francesa. Apenas três anos depois, em 1958, o livro foi impresso nos Estados Unidos. Em alguns países europeus chegou a ser banido, mas por pouco tempo, já que o livro logo se tornou um sucesso.
1991 - SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS
O professor John Keating entra na sala de aula assobiando, é o primeiro dia do ano letivo, passa pelos alunos e desperta olhares curiosos, encaminha-se para uma outra porta, de saída para o corredor, todos seus pupilos ainda estão de sobreaviso, curiosos e sem saber o que fazer. Keating olha para eles e faz um sinal, pedindo que os estudantes o acompanhem. Todos chegam a uma sala de troféus da escola, onde ao fundo podem ser vistas fotos de alunos, remontando ao início do século, fazendo-nos voltar ao começo das atividades da escola. Pede-se silêncio e, que a atenção de todos volte-se para os rostos de todos aqueles garotos que freqüentaram aquela tradicional instituição de ensino em outros tempos. O que aconteceu com eles? Para onde foram? O que fizeram de suas vidas? Suas vidas valeram a pena? Perguntas como essas são lançadas aos alunos. Muitos ainda sem saber o que estariam fazendo ali, afinal, não era para estarmos estudando literatura inglesa e norte-americana? Desconforto e desconserto. O personagem do professor Keating, vivido pelo eclético e versátil (além de extremamente talentoso) Robin Williams, conseguiu o que queria. Deixou seus alunos em dúvida. Iniciou seu relacionamento com eles tentando demovê-los de sua passividade, provocando-os a uma reflexão sobre a vida. Afinal, será que estamos fazendo valer nossa existência? "Carpe Diem", ou seja, aproveitem suas vidas, passou a ser como uma regra de ouro a partir de então para alguns de seus alunos, afinal, vejam o exemplo daqueles que já estiveram por aqui (retratados nessas fotografias esmaecidas, amareladas) e pensem se vocês querem que o tempo passe e vocês venham a se tornar "comida de vermes" em seus caixões sem que nada do que tenham feito por aqui tenha repercutido (como, acreditem, muitos desses jovens das fotografias o fizeram, deixando passar a vida sem perceber a riqueza contida na mesma). Para fazer com que suas existências tenham valor vocês devem viver com intensidade cada dia que lhes é dado, cada momento que lhes é concedido, cada experiência a qual tem acesso, diz com sabedoria inconteste o ilustre mestre Keating. Por isso, repete, "Carpe Diem".
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
1990 - ENGRAÇADINHA
Outra minissérie que não envelheceu. Destaque absoluto para Paulo Betti, como o juiz Odorico, apaixonado pela Engraçadinha feita, primeiro, por Alessandra Negrini e, depois, por Claudia Raia. O elenco todo está muito bem - todos os atores parecem ter captado o clima de Nelson Rodrigues, num timing perfeito. É a partir do segundo DVD que Paulo Betti começa a brilhar com seu diálogo interno rodrigueano, repleto de luxúria e moralismo. Mais uma coisa: nunca Claudia Raia me pareceu tão bonita.
1989 - PRESENÇA DE ANITA
Rever esta minissérie em DVD me ajudou a entender melhor a história e o argumento usado pelo autor, Manoel Carlos, para compor um personagem tão profundo e contraditório como a Anita, feita por Mel Lisboa, que se baseia claramente na Lolita de Nabokov. Aliás, a dinâmica do personagem de José Mayer é igual ao de James Mason, no filme de Kulbrick.
1988 - MEDIANERAS: BUENOS AIRES NA ERA DO AMOR VIRTUAL
(ARGENTINA, 2011) - o diretor Gustavo Taretto propõe um interessante jogo de histórias paralelas - a de Mariana, uma vitrinista, e a de Martin, um web designer - tendo como pano de fundo a cidade de Buenos Aires, com uma narração em off que assegura o riso com reflexões sobre a arquitetura de uma metrópole assombrada por falências financeiras. O livro "Onde está Wally" é, ao mesmo tempo, a chave e a ponte que abrirá portas e unirá o casal em meio a tantos desencontros. Mais um ótimo exemplar do excelente cinema portenho.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
1886 - ETHEL
Documentário sobre a vida da viúva de Robert Kennedy, no qual ela é entrevistada por uma das filhas e lembra toda a trajetória de Robert Kennedy, passando por seu assassinato e a vida que ela passou a levar com os 11 filhos nos anos que se seguiram. As imagens da década de 60 são excelentes.
sábado, 15 de dezembro de 2012
1885 - HULK
(2003, USA) - esta adaptação dirigida por Ang Lee acabou ficando um pouco confusa e prejudicada por efeitos meio pobres, especialmente na transformação de Bruce Banner (Eric Bana) no monstro esverdeado, movido à raiva. Este é um dos motivos de o Hulk não ser dos meus personagens favoritos. Verde por verde, fico com os olhos de Jennifer Connely, que faz a mocinha. O CG não consegue dar ao personagem aquela sensação que temos quando, por exemplo, assistimos ao Homem-Aranha de Sam Raimi. O roteiro tenta explorar uma relação mal resolvida entre Bruce Banner e seu pai (Nick Nolte, todo desgrenhado), mas ficamos com a sensação de que o diretor não soube dar um desenvolvimento a este aspecto. Sam Elliot, um ator que adoro, faz o papel do pai do personagem de Connely.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
1884 - OS DESCENDENTES
Já é a segunda vez que vejo este filme em 2012. Continuo impressionado com a atuação de George Clooney, no papel de um pai de duas adolescentes prestes a perder a mãe, vítima de um coma irreversível. Outra coisa coisa boa no filme é a fotografia mostrando as belas praias do Havaí.
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