segunda-feira, 26 de julho de 2021

3785 - A FRATERNIDADE É VERMELHA (1994)

Imovision
Irene Jacob

1.       A FRATERNIDADE É VERMELHA (TROIS COLEURS, ROUGE, França, 1994) – Irene Jacob é obrigatória. O filme, o terceiro da trilogia de Kieslowski, nos dá um sentido de culminância como nunca se viu na história do cinema. E mais: ele nos dá esperança, num mundo repleto de caminhos desencontrados. Como muitos dos trabalhos do diretor, o filme é sobre o acaso e a coincidência. Seus personagens se desenvolvem e interagem organicamente, entrelaçando-se num roteiro rico em deixas emocionais em vez de palavras. Raramente um filme fundiu de modo tão brilhante tantas ideias, imagens e emoções – um compêndio sobre a vida e a arte, numa história inesquecível. With Red, there is a real sense of culmination unlike any other. Wistful, melancholy, yet life-affirming, the film offers hope in world full of supposed mistaken paths. RED is so devoid of a linear, defined plot that anything could happen to any of these people and the possibilities that this story could have veered off in so many directions had one crucial element not taken place at the exact moment and place. The characters evolve organically, crossing paths in a script fraught with emotional clues instead of words. Rarely has a movie combined so brightly ideas, images and emotions – a compilation about life and arts in an unforgettable story.