segunda-feira, 23 de abril de 2018
3069 - A BRUXA
3068 - ESTÔMAGO
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| João Miguel e Fabíula Nascimento |
ESTOMÂGO
(BRASIL, 2008) – O filme ainda se sobressai diante do mais
recente cenário do cinema nacional, recheado de obras descerebradas,
principalmente comédias, como uma incisiva – e até certo ponto incômoda - visita
ao universo “bas fon” do centro da cidade de São Paulo e seu ambiente gastronômico
popular. Permeando o senso de humor quase grosseiro, percebe-se uma obra
original que mistura paixão, vingança e comida. A história, contada em dois
tempos, mostra a trajetória do nordestino Raimundo Nonato (João Miguel, em
ótimo desempenho), chegando a São Paulo e arrumando emprego num boteco, e sua
presença num presídio, onde ganha status por cozinhar para os companheiros de
cela. A edição muito bem realizada dá ritmo e emoção às cenas em que se destaca
a exuberante presença de Fabíula Nascimento, numa atuação de dar água na boca. De
fato, não é um filme para todos os gostos, mas é infinitamente superior aos equívocos
artísticos e criativos que o cinema brasileiro tem produzido na última década.
3067 - KALINKA
sábado, 21 de abril de 2018
3066 - THE WALKING DEAD - TEMPORADA 8
segunda-feira, 9 de abril de 2018
3065 - A PELE
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| Nicole e Robert Downey Jr |
3064 - THE FRANKENSTEIN CHRONICLES
THE
FRANKENSTEIN CHRONICLES (UK, 2015) - Inspirada na clássica obra de Mary Shelley, “Frankenstein”, a
trama acompanha o veterano de guerra John Marlott (Sean Bean), em 1827.
Trabalhando agora como inspetor de polícia, ele fica encarregado pelo
Secretário de Segurança londrino de investigar um bizarro caso envolvendo o
corpo de uma criança encontrado num rio, cujos membros pertencem a diferentes
outros corpos. As investigações levam Marlott a crer que alguém está copiando a
obra de Shelley e tentando recriar vida. A condução dos primeiros capítulos é
bem satisfatória e nos faz imaginar como eles vão desenvolver esta espécie de “spin-off”
do livro de Mary Shelley.
domingo, 8 de abril de 2018
3063 - REVOLT
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| Adicionar legenda |
REVOLT (UK, 2017) – Mistura de DISTRITO 9 e ELYSIUM, salpicado de referências de A GUERRA DOS MUNDOS, com seríssimas restrições orçamentárias, o filme tem a vantagem de não ser apenas um veículo para CGIs, mas também não se esforça para apresentar um roteiro mais original e inspirador. Na maior parte do tempo, vemos dois sobreviventes – um ex soldado e uma médica francesa – vagando pelas planícies da África do Sul, entre destroços de uma civilização que, aparentemente, foi vítima de uma invasão alienígena. Ou seja, “aliens” fazendo coisas de “aliens”, como sempre. O protagonista, Lee Pace, do finado seriado PUSHING DAYSIES, parece mais o irmão mais novo de Nicolas Cage e atua mesmo como o sobrinho de Coppola em seus filmes mais recentes. Maurício tem razão: como fãs “die-hard” de ficção científica, o “déjà vu” que assola as produções mais atuais é mesmo muito frustrante.
domingo, 1 de abril de 2018
3062 - REI ARTHUR: A LENDA DA ESPADA
REI ARTHUR: A LENDA DA ESPADA (KING ARTHUR: THE LEGEND OF THE SWORD, USA 2017) – Mistura nem sempre equilibrada entre SENHOR DOS ANÉIS e GAME OF THRONES, este filme dirigido por Guy Ritchie tem mais baixos do que altos. Confesso que me esforcei, mas o filme é poluído demais pelo excesso de CGI, o que tira a atenção da trama e dá a impressão de que mordemos um pastel sem qualquer recheio. Nada contra a livre adaptação da lenda, mas o ex-marido de Madonna bem que poderia ter mantido personagens importantes, como Lancelot, por exemplo. Porém, preferiu apostar na malandragem, no kung-fu e na fantasia medieval sem limites (os elefantes gigantes pesaram nesta conta). Ritchie, a meu ver, acertou no tom com os dois SHERLOCK HOLMES, com Robert Downey Jr., mas perdeu a mão aqui, sem repetir a bagunça harmônica destes dois filmes. A presença de David Beckham ainda precisará, no futuro, de uma justificativa convincente.
quinta-feira, 29 de março de 2018
3061 - THE CLOVERFIELD PARADOX
THE CLOVERFIELD PARADOX (USA, 2016) – Não é à toa que a Paramount se livrou deste desastre: CP é uma mixórdia de elementos de ficção científica que não faz o menor sentido, neste ou em qualquer outro universo paralelo. É um amálgama de lógica de botequim, uma coleção de interpretações risíveis e uma enxurrada de diálogos constrangedores. Tem-se a impressão de que o filme foi desenvolvido equivocadamente, executado de forma tosca e jogado no cardápio de vidro moído da Netflix, sem qualquer aviso de insalubridade cinematográfica ao espectador. Se eu entendi direito, CP era para fazer parte do “universo Cloverfield”, cujo primeiro filme, de 2008, é simplesmente horrível; seguido pelo ótimo CLOVERFIELD 10, com John Goodman. Mas o fato é que PARADOX já começa mal das pernas como sci-fi da periferia e uma trama destruída por um contexto científico mais acanhado do que as feiras de ciência no antigo Colégio Estadual. Ou seja, pela premissa, PARADOX até que daria um bom episódio de BLACK MIRROR, mas se perde em tantos absurdos, que ficaria desataviado até num longa de Mr. Bean. Maurício, mais uma vez, acertou na análise.
3060 - KRAMPUS - TERROR DE NATAL
KRAMPUS – O TERROR DO NATAL (KRAMPUS, USA, 2015) - Uma família extremamente desunida se junta para passar mais um tortuoso Natal repleto de desavenças. Max, o caçula, meio de saco cheio de tudo aquilo, acaba invocando um antigo espírito que, nas lendas, acompanha o Papai Noel punindo todos aqueles que não acreditam no espírito natalino. Aos poucos, os enfeites e símbolos icônicos da data festiva começam a ganhar vida de forma monstruosa, ameaçando a todos e forçando os parentes a unir forças para sobreviver. O ritmo do filme é irregular, sem maiores apelos do gênero e se perde entre o horror fraco e a comicidade involuntária. O tema da família disfuncional volta a ser explorado, mas sem brilhantismo e competência. É curioso que o filme tenha tido tantas críticas favoráveis; curioso e meio desalentador, pois comprova que a plateia, em geral, não faz mesmo questão de um produto de qualidade.
segunda-feira, 26 de março de 2018
3059 - ENCONTRO MALIGNO
ENCONTRO MALIGNO (MEETING EVIL, USA 2012) – O desenxabido Luke Wilson é o ex-agente imobiliário John que, um dia, atende à porta e é surpreendido pelo sujeito que irá mudar sua rotina. Após mais uma derrota no difícil ramo do "real estate", ele está desempregado, sem esperanças alguma de conseguir algo melhor na vida e se dedicar à sua família. O estranho Richie (Samuel L. Jackson, botando ressentimento pelo ladrão) pede ajuda para empurrar seu carro, aparentemente sem combustível, e o leva para uma viagem infernal pela região, matando todos que o incomodam. O interesse se mantém até a metade do filme, mas logo depois percebemos que este é um daqueles filmes com o final meio em aberto em que o vilão é quase uma entidade maléfica e o roteiro se equilibra entre o clichê o maniqueísmo previsível.
domingo, 25 de março de 2018
3058 - REGRESSO DO MAL
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| Cage, ainda tentando... |
REGRESSO
DO MAL (PAY THE GHOST, USA 2015) - Ainda sou um daqueles que
acreditam em Nicolas Cage. Ultimamente, sua carreira tem sido caracterizada por
filmes muito ruins. De vez em quando, ele acerta uma, como é o caso de JOE
(2013), em que ele tem uma atuação realmente memorável. Aqui, em REGRESSO DO
MAL, ele parece se esforçar, mas o personagem não ajuda muito nem o roteiro pouco
original: ele faz um pai que perde o filho numa noite de Halloween e descobre
que um espírito maléfico anda sequestrando crianças sabe-se lá para quê. Nada memorável,
REGRESSO DO MAL é um passatempo desenxabido para quem estiver disposto a perder
1 hora e 34 minutos com mau cinema.
quinta-feira, 22 de março de 2018
3057 - 99 CASAS
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| Garfield e Shannon, sensacionais... |
99 CASAS
(99 HOMES, USA 2016) – Esta é a segunda vez em que Andrew Garfield me
convence de que é um bom ator. A primeira foi em ATÉ O ÚLTIMO HOMEM. Aqui, ele tem um personagem interessante que lhe
permite uma atuação marcante: despejado de sua casa, onde mora com o filho e a
mãe (Laura Dern) pelo agente imobiliário Rick Craver (Michael Shannon,
incontrolável), Dennis Nash (Garfield) se vê diante da possibilidade de se corromper
e dar uma vida melhor à família. Ao abordar este dilema ético, o diretor Ramin
Bahrami vai fundo no universo do selvagem mercado imobiliário americano,
durante a crise econômica de 2008. Só pelas cenas em que as pessoas irradiam
desespero ao ser despejadas de suas casas, este filme já seria um caso à parte,
mas as atuações viscerais de Shannon e Garfield fazem deste filme meio esquecido
no cardápio da NETFLIX um programa imperdível.
terça-feira, 20 de março de 2018
3056 - PELÉ: O NASCIMENTO DE UMA LENDA
segunda-feira, 19 de março de 2018
3055 - INSTINTO SELVAGEM
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| Stone e Douglas, no limite... |
domingo, 18 de março de 2018
3054 - ANIQUILAÇÃO
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| A FONF adoraria... |
sábado, 17 de março de 2018
3053 - CORRA!
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| Adicionar legenda |
quarta-feira, 14 de março de 2018
3052 - A VIGILANTE DO AMANHÃ - GHOST IN THE SHELL
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| Scarlett, na concha... |
segunda-feira, 12 de março de 2018
3051 - A NOITE É DELAS
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| Scarlett, por quê? |
1 A NOITE É DELAS (ROUGH
NIGHT, USA 2017) – OK, Scarlett Johansson é
obrigatória, pelo talento, pela beleza, pela voz, pela mesmerizante presença cênica.
Por isso, passei pela provação de assistir a esta produção canhestra, sem graça
e demente. Tudo bem que estejamos passando pela reafirmação do papel da mulher
na sociedade pós-moderna, mas ROUGH NIGHT só pode ser considerado um passo
atrás de qualquer movimento de valorização feminina. Abstenho-me de comentar o
roteiro (se é que ele existe...) e as atuações (até Scarlett se perdeu...). Até
mesmo o “jab” intencional no queixo quadrado de Trump não funciona,
inviabilizando a suposta crítica política que a história possa ter nas suas
entrelinhas. Segunda bola fora de Scarlett, já que GHOST IN THE SHELL também
não funcionou. Veja a seguir.
domingo, 11 de março de 2018
3050 - HOMEM-ARANHA: DE VOLTA AO LAR
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| Holland, desperdiçado |
sexta-feira, 9 de março de 2018
3049 - VELOZES & FURIOSOS 8
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| Por que, Charlize...? |
quarta-feira, 7 de março de 2018
3048 - JFK, A HISTÓRIA NÃO CONTADA
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| Giamatti, estupendo |
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
3047 - DESPEDIDA EM GRANDE ESTILO
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| A amizade, sempre... |
domingo, 18 de fevereiro de 2018
3046 - RUPTURE - SUPERANDO O MEDO
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
3045 - BRIGHT
BRIGHT (USA, 2017) – A Netflix investiu
pesado nesta produção que chega ao serviço de “streaming” sem precisar do aval
dos estúdios de Hollywood. Isto, certamente, serviu para que se visse com bons
olhos um roteiro com bases pouco originais, mas que agrega elementos
fantásticos a uma história que, em princípio, todo mundo já conhece. Então,
BRIGHT pode ser definido como uma mistura de MÁQUINA MORTÍFERA com O SENHOR DOS
ANÉIS, que o diretor David Ayer (do indesculpável ESQUADRÃO SUICIDA) leva
adiante sem medo de errar e com uma saudável ousadia. É numa Los Angeles
barra-pesada que o policial Dary Ward (Will Smith) se vê obrigado a trabalhar
com Nick Jakoby (Joel Edgerton) o primeiro policial orc do país, uma novidade que
encontra resistência em todos os setores. A partir daí, o que se vê é todo mundo
em pé de guerra, numa cidade em que latinos, asiáticos, negros, brancos e,
evidentemente, seres estranhos que pipocam em várias formas e cores, vão
formando um painel de confronto de facções. BRIGHT tem jeito de piloto de
série, o que creio ser o desejo dos seus protagonistas e dos produtores, apesar
dos clichês dos filmes sobre duplas desajustadas, correria, explosões e
diálogos pouco inspirados. Apesar dos pecadilhos, BRIGHT pode agradar alguns exatamente pela
aparente despretensão e pela coragem de revestir um modelo consagrado com uma
boa camada de hibridismo exótico.
3044 - KONG: A ILHA DA CAVEIRA
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| Kong rules!! |
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
3043 - CORRA QUE A POLÍCIA VEM AÍ 33 1/3
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| Nielsen e Raquel Welch |
sábado, 10 de fevereiro de 2018
3042 - CORRA QUE A POLÍCIA VEM AÍ - 2 1/2
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| Nielsen e George Kennedy |
CORRA QUE A POLÍCIA VEM AÍ 2 ½ (THE NAKED
GUN 2 ½: THE SMELL OF FEAR, USA – 1991) – Esta segunda edição da
trilogia dos irmãos Zucker não é tão boa quanto o filme de estreia. As piadas
absurdas, aqui, perderam a força num roteiro mais complexo e, assim, não
coadunado com o espírito escrachado advindo da série THE NAKED GUN. Apesar
destas dificuldades estruturais, Leslie Nielsen continua engraçado demais como
Frank Drebin, dando uma dimensão maior ao “nonsense” das cenas. De fato, é
preciso ficar atento ao volume das gags que se acumulam, ao fundo, a cada sequência. Na
realidade, este tipo de humor – que é ótimo – não se coaduna com os tempos
atuais, em que as pessoas não se dispõem a prestar atenção no que acontece
paralelamente ao foco da cena. O WhatsApp não deixa.
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018
3041 - LIGADAS PELO DESEJO
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| Gina e Tilly |
3040 - UM LOBISOMEM AMERICANO EM LONDRES
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| A transformação do licantropo |
UM LOBISOMEM AMERICANO EM LONDRES (AN AMERICAN WEREWOLF IN LONDON, USA – 1981) – O filme fez um grande sucesso na época e é um dos trabalhos mais lembrados do diretor John Landis. Ainda hoje, a cena da transformação impressiona, e a história funciona eficientemente, embora haja uma valorização exagerada do filme como objeto cult. Não é para tanto. O humor – talvez involuntário – do roteiro acrescenta uma leveza inesperada a uma história clássica de licantropia que vem sendo explorada desde o clássico com Lon Chaney Jr, em 1941. O filme foi revolucionário em seu lançamento e venceu o Oscar de melhor maquiagem na primeira vez em que a categoria foi incluída na cerimônia realizada pela Academia. E também foi o impulso para a carreira de Rick Baker, especialista em maquiagem e efeitos especiais.
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