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| McQueen volta ao stalag |
segunda-feira, 17 de abril de 2017
2938 - FUGINDO DO INFERNO
sábado, 15 de abril de 2017
2937 - SEM MEDO DE VIVER
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| O intimorato Bridges, depois da queda do avião |
2936 - SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS
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| A sociedade |
sexta-feira, 14 de abril de 2017
2935 - A FRENTE FRIA QUE A CHUVA TRAZ
2934 - KONG: A ILHA DA CAVEIRA
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| Goodman, Hiddleston e Brie Larson |
2933 - TWO AND A HALF MEN - TEMPORADA 11
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| Jon Cryer e a desenxabida Amber Tamblyn |
quinta-feira, 13 de abril de 2017
2932- ANOMALISA
segunda-feira, 10 de abril de 2017
2931 - JOGO DO DINHEIRO
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| Clooney e as popozudas |
. O JOGO DO DINHEIRO
(MONEY MONSTER, USA, 2016) –
George Clooney é Lee Gates, um apresentador de um programa de TV sobre
investimentos, com direito a toda e qualquer fanfarronice possível: dança rap,
se fantasia, faz-se acompanhar de dançarinas popozudas, dispara bordões vulgares,
sem se importar com o que possa ser politicamente correto. Julia Roberts é a
diretora do show, sempre tentando – em vão – controlar a histrionice do “clown”
das finanças. Até que, um dia, Kyle Budwell (Jack O’Connel) invade o estúdio
onde Gates está gravando o “Money Monster” (que nome!!!!) e, pistola em punho,
obriga o apresentador a vestir um colete recheado de explosivos. Kyle quer uma
explicação para ter perdido todo seu dinheiro por causa das dicas de
investimento propagadas por Gates. A direção de Jodie Foster se equilibra
precariamente entre a sátira e a fábula moral, aquela que vende sonhos impossíveis
a um público perigosamente receptível. A abordagem crítica aos shows sem limites
éticos também se dilui com o desenrolar da história, cujo fim nos deixa a
impressão de que poderíamos ter assistido a outra coisa.
domingo, 9 de abril de 2017
2930 - DÉJÀ VU
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| Paula Patton - um ótimo motivo para Denzel Washington voltar ao passado |
sábado, 8 de abril de 2017
2929 - O PROTETOR
quinta-feira, 6 de abril de 2017
2928 - DEMOLIÇÃO
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| Gyllenhaal e Naomi Watts |
segunda-feira, 3 de abril de 2017
2927 - THE WALKING DEAD - TEMPORADA 7
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| Rick pensa: "O que faço agora?" |
domingo, 2 de abril de 2017
2926 - ASSASSINATOS NA GOLDEN GATE
.
ASSASSINATOS NA GOLDEN GATE (THE GOLDEN GATE MURDERS, USA,
1979) – Estes é um
dos filmes que ficaram na minha memória afetiva. A história é simples: um padre
é considerado suicida pela polícia de São Francisco, mas Irmã Benecia (Susanah
York, belíssima), que também era sua enfermeira, não acredita na versão oficial.
Sua obstinação chama a atenção de um policial veterano (David Jassen, no último
papel de sua carreira), e os dois passam a investigar o que estaria por trás deste
e de outros assassinatos ocorridos na icônica ponte. É uma produção feita para
a TV, mas com todo o charme dos melhores filmes da década de 70. Jassen está perfeito
como o policial durão que, aos poucos, vai se envolvendo com o mais improvável
interesse romântico de sua vida. Susanah York está inteiramente à vontade num personagem
que descobre o amor em meio a uma tragédia pessoal. Sua conexão com Jassen é o
que faz do filme uma daquelas pequenas joias que valem a pena ser revistas de
tempos em tempos. O fato de ser o último filme de Jassen também reforça a carga
dramática de uma história cuja última cena, no interior de um avião, é para
corações fortes. 2925 - SHIN GODZILLA
SHIN GODZILLA (JAPÃO, 2016) –
De todos os filmes sobre Godzilla, este é o mais impressionante, sem qualquer dúvida.
A bem da verdade, não há grande originalidade no roteiro – Godzilla, mais uma
vez, desperta e ataca Tóquio. No entanto, nesta produção, os efeitos especiais
são inacreditavelmente realistas, e ver Godzilla caminhar solenemente entre os
edifícios e ruas da capital japonesa, como se estivéssemos ali mesmo, pertinho,
quase sentindo o bafo quente do monstro, é a prova de que o cinema finalmente
conseguiu dar vida, de forma convincente, a qualquer produto da imaginação
humana. É importante dizer que este filme não segue o estereótipo dos seus congêneres
– não espere ver apenas um monstro destruindo a cidade e pessoas correndo desesperadas.
Grande parte do roteiro se passa em sala de reuniões, onde se discute uma crise
nacional, depois que um grande terremoto provocou uma situação crítica no setor
nuclear. Mas o centro de tudo é Godzilla. O Japão recupera, com louvor, a fama
de seu monstro-ícone, agora muito mais assustador e muito acima do que
Hollywood tentou, mas não conseguiu fazer.
terça-feira, 28 de março de 2017
2924 - O CLÃ
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| A família perfeita? |
segunda-feira, 27 de março de 2017
2923 - O LAGOSTA
O LAGOSTA (THE LOBSTER, UK e França, 2015) - A história não é nada
convencional e, por isso mesmo, deliciosa e inquietante: no futuro, as pessoas
são proibidas de viverem sozinhas. Caso permaneçam solteiras, são logo
encaminhadas a um hotel especial. Lá podem permanecer por até 45 dias e, neste
período, são incentivadas de toda maneira a encontrar um novo parceiro para toda a
vida entre os próprios hóspedes. Se não conseguirem, são transformadas em um
animal – qualquer animal – que a própria pessoa escolhe e, a partir de então,
vive solta na natureza. A lagosta do título original é o animal escolhido por David
(Colin Farrell), que acaba de chegar ao
hotel. O roteiro – originalíssimo – é uma alegoria crítica às regras que
a sociedade nos impõe sobre como devem ser os relacionamentos amorosos, uma visão
surreal sobre um mundo pós Tinder. As atuações propositalmente mecânicas dos
atores ajudam a mostrar a linha tênue entre o real e o absurdo, num mundo em
que os relacionamentos amorosos são frequentemente reduzidos à simples observação
de interesses e tipos. De certa forma, nada muito diferente do que se vê hoje
em dia. É uma ótima oportunidade de reflexão sobre a fragilidade dos laços afetivos
num mundo em que o exibicionismo e a superficialidade parecem ter se tornado
valores mais importantes.
domingo, 26 de março de 2017
2922 - TERCEIRA PESSOA
TERCEIRA PESSOA (THIRD PERSON, USA, 2013) – Paul Haggis (de
CRASH) novamente nos traz histórias que
se entrelaçam gradativamente, até um desfecho que poderia ser menos previsível. Sem
querer dar spoilers, o título do filme já nos indica o caminho que os
personagens vão tomando ao longo da trama. Porém, foi issso mesmo que chamou minha
atenção – não é um daqueles filmes de fácil assimilação, mas tem, no elenco
nomes importantes como Liam Neeson, Olivia Wilde, Adrian Brody e James Franco, o
que, no mínimo, cria uma grande expectativa. Na verdade, as atuações ficam um
pouco limitadas pelo roteiro que, a certa altura, desanda um pouco, indefinindo personagens
e situações. Especialmente, no terço final, tem-se a impressão de que a pressa
falou mais alto e tudo teria que ser explicado rapidamente, o que aconteceu precariamente.
Este derradeiro trecho, mal executado, não compromete muito o filme, mas deixa
a impressão do que poderia ter sido e não foi, numa visão “manuelbandeirianamente”.
A bela Olivia Wilde amadureceu como atriz, embora suas cenas mais memoráveis
sejam as que corre nua pelos corredores do hotel onde se hospeda.
2921 - AVE CÉSAR!
AVE, CÉSAR!
(HAIL, CAESAR!, USA, INGLATERRA, JAPÃO, 2016) – Esta produção
dos irmãos Coen é uma sátira aos gêneros escapistas de Hollywood, em que o processo
de produção cinematográfico é abordado com um olhar corrosivo, desmitificando astros
frívolos, starlets de ar inocente e diretores com afetados sotaques europeus. Há
uma atmosfera nonsense que perpassa todo o filme, o que deixa mais evidente a nem
tão ultrapassada engrenagem hollywoodiana de produzir e destruir produções e personalidades. George Clooney interpreta o ator
canastríssimo Baird Whitlock com os dois pés no deboche, enquanto Scarlett
Johansson faz uma estrela de musicais aquáticos, no estilo Esther Williams. AVE
CÉSAR! não é para todos os gostos, mas pode ser interpretado como uma declaração
de amor ao cinema e às figuras, falsas ou não, que o fazem.
sexta-feira, 24 de março de 2017
2920 - STAR TREK: SEM FRONTEIRAS
STAR TREK: SEM FRONTEIRAS (STAR TREK BEYOND, USA, 2016) – Há um certo ar retrô
neste terceiro filme da série, no que diz respeito à trama e a suas reviravoltas.
Tudo isso serve de injeção nostálgica na veia afetiva dos fãs antigos e
recentes, o que transforma STB num daqueles reencontros que lavam a alma. Os efeitos
estão ótimos: é emocionante ver a Enterprise bem de perto, com todos os seus
detalhes, ancorando num imenso deck espacial, ao redor do qual uma espécie de
Terra 2 resplandece em cores e sons. Porém, falta ao filme o toque artístico de
J.J. Abrams, pois o diretor Justin Lin (da franquia VELOZES E PERIGOSOS, putz!)
não consegue segurar o peso emocional de uma edição de STAR TREK. Temos um Kirk
(Chris Pine) mais contido e um Spock (Zachary Quinto) mais hamletiano do que
nunca. No entanto, Simon Pegg (Scotty) é que tem a atuação mais marcante,
especialmente nos diálogos afiados trocados com McCoy (Karl Urban). São emocionantes
as homenagens a Leonard Nimoy e a Anton Yelchin, o oficial de comunicações
Checov, morto em junho de 2016.
quinta-feira, 23 de março de 2017
2919 - TWO AND A HALF MEN - TEMPORADA 10
terça-feira, 21 de março de 2017
2918 - A LENDA DE TARZAN
segunda-feira, 20 de março de 2017
2917 - SULLY O HERÓI DO RIO HUDSON
2916 - INVASÃO ZUMBI
segunda-feira, 13 de março de 2017
2915 - CAPITÃO FANTÁSTICO
domingo, 12 de março de 2017
2914 - TWO AND A HALF MEN - TEMPORADA 9
2913 - PAI E FILHAS
sexta-feira, 3 de março de 2017
2912 - PASSAGEIROS
quarta-feira, 1 de março de 2017
2911 - MANCHESTER À BEIRA-MAR
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