domingo, 11 de novembro de 2018
3153 - BOA NOITE, MAMÃE
sábado, 10 de novembro de 2018
3152 - SAFE
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| Hall, agora, é um médico |
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
3151 - FRAGMENTADO
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
3150 - O ALQUIMISTA IMPACIENTE
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
3149 - COMEDIANS IN CAR GETTING COFFE
sábado, 3 de novembro de 2018
3148 - O EXTERMINADOR DO FUTURO 2
3147 - INDIANA JONES E O TEMPLO DA PERDIÇÃO
sexta-feira, 2 de novembro de 2018
3146 - THE HOUSE OF DRACULA
segunda-feira, 29 de outubro de 2018
3145 - O FILHO DE DRÁCULA
domingo, 28 de outubro de 2018
3144 - ASSÉDIO SEXUAL
sábado, 27 de outubro de 2018
3143 - LBJ - A ESPERANÇA DE UMA NAÇÃO
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
3142 - DUPLA EXPLOSIVA
domingo, 21 de outubro de 2018
3141 - CARMEN MIRANDA: BANANA IS MY BUSINESS
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
3140 - MERLÍ
MERLÍ – TEMPORADA 1 (ESPANHA, 2015) - A badalada série trazida pela Netflix é, a princípio, uma mistura de Malhação com SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS. Mas logo percebemos que as situações vividas pelo professor de filosofia Merlí (Francesc Orella) e seus alunos, numa escola pública em Barcelona, vão muito além do trivial filosófico, sem ser pretensiosas. O enredo ajustável sempre tem três planos entre os episódios. O principal, apresenta Merlí e suas peripécias; logo em seguida, vem o dos alunos e seus atos consequentes das epifanias nas aulas; e o terceiro tem a ver com os pais e professores que, de alguma forma são atingidos pelas ações indiretas e diretas de Merlí, que não hesita em se arriscar e se abrir para o novo. Assim, o professor está sempre relacionado aos conflitos, sem ser puritano. É curioso notar que a iluminação é quase sempre natural, o que pode ensejar uma interpretação audaciosa: as grandes janelas – que aparecem em várias cenas – podem representar a influência e o conhecimento vindo de fora, como lampejos de consciência. Outros sinais são indicativos da natureza do programa – o pôster de Nietzsche, por exemplo, que aparece em quase todos os episódios, enfatizando a índole niilista e trágica do personagem principal. De qualquer forma, a série significa muito para mim em função da fraterna recomendação que meu querido Joe fez dela. The trendy series brought by Netflix is, at first, a mixture of Malhação and DEAD POETS SOCIETY. But we soon realize that the situations experienced by the philosophy teacher Merlí (Francesc Orella) and his pupils, at a public school in Barcelona. Go far beyond the philosophical jibber-jabber, without being highfalutin. The pliable plot has always three distinct plans between the episodes: the main one presents Merlí and his adventures; then, comes the students’ plan and their consequent acts as a result of the epiphanies in classes; the third one has to do with the parents and teachers who, somehow, are touched by Merlí’s direct and indirect actions. He is a plunger and risk taker, a seeker open to the new. Thus, the Philosophy teacher is always related to the conflicts and he is never prudish. It’s worth noticing that the light is almost always natural, what can be inferred by the big open windows in several scenes that may represent knowledge coming from the outside, as flashes of conscience. Other signs indicate the nature of the show: the Nietzsche poster, for example, present in almost every episode, emphasizing the main character’s nihilist and tragic personality. Anyway, my dearest Joe’s recommending the show means a lot to me.
terça-feira, 16 de outubro de 2018
3139 - O HERÓI
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| Sam Elliot, perfeito e emocionante |
domingo, 14 de outubro de 2018
3138 - CAÇADORES DA ARCA PERDIDA
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| O mundo conhece Indy... |
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
3137 - TEMPESTADE: PLANETA EM FÚRIA
domingo, 7 de outubro de 2018
3136 - CÁLCULO MORTAL
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
3135 - O FABULOSO ZÉ RODRIX
O
FABULOSO ZÉ RODRIX (BRASIL, 2017) – Ótimo documentário sobre a
vida e a carreira de Zé Rodrix, como multi-instrumentista, escritor e
publicitário, além de mostrar como trabalhava uma das figuras mais inquietas do
mundo artístico brasileiro. Responsável por inúmeros jingles de sucesso (como o
da Chevrolet, por exemplo), trilhas sonoras para cinema, projetos teatrais e
estupendas composições musicais, Zé Rodrix talvez não tenha tido o devido
reconhecimento do seu enorme talento. Remarkable
documentary about Zé Rodrix’s life and career, as a multi-instrumentalist,
writer and advertiser, showing how worked one of the most restless persons of
the Brazilian artistic scenario. Responsible for a number of successful
jingles, soundtracks, theatre projects and memorable songs, Zé Rodrix may not
have had the due recognition of his huge talent.
quinta-feira, 4 de outubro de 2018
3134 - IT, A COISA
terça-feira, 2 de outubro de 2018
3133 - TAL PAI, TAL FILHA
segunda-feira, 1 de outubro de 2018
3132 - OS AMANTES
domingo, 30 de setembro de 2018
3131 - LUZES BRILHANTES: COM CARRIE FISHER E DEBBIE REYNOLDS
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
3130 - CAÇADORES DE EMOÇÃO
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
3129 - CALIBRE
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
3128 - A ÚLTIMA CASA DA RUA
A ÚLTIMA CASA DA RUA (HOUSE AT THE END OF THE STREET, USA, 2012) – Jennifer Lawrence nem sempre escolheu seus filmes com cuidado. Este, por exemplo, não era para fazer. O suspense invocado pela história é tão previsível que acaba pondo por terra qualquer boa vontade por parte do espectador. J-Law é uma adolescente que se muda com a mãe divorciada (Elisabeth Shue) para uma casa num lugar ermo. Seu vizinho é um rapaz estranho cujos pais foram mortos pela irmã mais nova, anos atrás, num estilo meio Suzane Richthofen. É o tipo do filme que, após os 10 minutos iniciais, já se sabe o desfecho. Se você não tem carteirinha do fã-clube de Jennifer Lawrence, desista e procure algo melhor na Netflix, como o excelente CALIBRE, por exemplo (resenha a seguir). Jennifer Lawrence has made some awful choices. This one, for instance, is one of them. The suspense conjured by the plot is so predictable that destroys any benevolence from the spectator. J-Law is a teenager who moves to a house in a desert place with her mother (Elisabeth Shue). Their neighbor is a strange lad whose parents were murdered by his younger sister, years ago, in a Suzane Richthofen style. It is the kind of movie whose ending is disclosed, after the initial 10 minutes. If you are not a J-Law’s fan, give it up and look for something better in the Netflix catalog, as, for example, the outstanding CALIBER (review ahead).
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